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domingo, 29 de setembro de 2013

UNESP 2011 – Meio do ano – 1º Fase – Prova de Língua Portuguesa

UNESP 2011 – Meio do ano – 1º Fase – Prova de Língua Portuguesa


Instrução: As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem da Proposta Curricular do Estado de São Paulo (2008).

Prioridade para a competência da leitura e da escrita

     A humanidade criou a palavra, que é constitutiva do humano, seu traço distintivo. O ser humano constitui-se assim um ser de linguagem e disso decorre todo o restante, tudo o que transformou a humanidade naquilo que é. Ao associar palavras e sinais, criando a escrita, o homem construiu um instrumental que ampliou exponencialmente sua capacidade de comunicar-se, incluindo pessoas que estão longe no tempo e no espaço.
      Representar, comunicar e expressar são atividades de construção de significado relacionadas a vivências que se incorporam ao repertório de saberes de cada indivíduo. Os sentidos são construídos na relação entre a linguagem e o universo natural e cultural em que nos situamos. E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.
A ampliação das capacidades de representação, comunicação e expressão está articulada ao domínio não apenas da língua mas de todas as outras linguagens e, principalmente, ao repertório cultural de cada indivíduo e de seu grupo social, que a elas dá sentido. A escola é o espaço em que ocorre a transmissão, entre as gerações, do ativo cultural da humanidade, seja artístico e literário, histórico e social, seja científico e tecnológico. Em cada uma dessas áreas, as linguagens são essenciais.
     As linguagens são sistemas simbólicos, com os quais recortamos e representamos o que está em nosso exterior, em nosso interior e na relação entre esses âmbitos; é com eles também que nos comunicamos com os nossos iguais e expressamos nossa articulação com o mundo.
     Em nossa sociedade, as linguagens e os códigos se multiplicam: os meios de comunicação estão repletos de gráficos, esquemas, diagramas, infográficos, fotografias e desenhos.
     O design diferencia produtos equivalentes quanto ao desempenho ou à qualidade. A publicidade circunda nossas vidas, exigindo permanentes tomadas de decisão e fazendo uso de linguagens sedutoras e até enigmáticas. Códigos sonoros e visuais estabelecem a comunicação nos diferentes espaços. As ciências construíram suas próprias linguagens, plenas de símbolos e códigos. A produção de bens e serviços foi em grande parte automatizada e cabe a nós programar as máquinas, utilizando linguagens específicas. As manifestações artísticas e de entretenimento utilizam, cada vez mais, diversas linguagens que se articulam.
     Para acompanhar tal contexto, a competência de leitura e de escrita vai além da linguagem verbal, vernácula – ainda que esta tenha papel fundamental – e refere-se a sistemas simbólicos como os citados, pois essas múltiplas linguagens estão presentes no mundo contemporâneo, na vida cultural e política, bem como nas designações e nos conceitos científicos e tecnológicos usados atualmente.

(Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Língua Portuguesa / Coord. Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008. p. 16. Adaptado.)

Questão 01 - Segundo o que é afirmado no primeiro parágrafo do texto, a criação da escrita

(A) diminuiu a capacidade de comunicação da linguagem oral.
(B) permitiu que a linguagem falada fosse sendo aos poucos abandonada.
(C) ampliou bastante a capacidade de comunicação do homem.
(D) constituiu um fenômeno puramente acidental de associação de signos.
(E) foi criada por Deus para a humanidade, para ser constitutiva do humano.

Questão 02 - A escola é o espaço em que ocorre a transmissão, entre as gerações, do ativo cultural da humanidade, seja artístico e literário, histórico e social, seja científico e tecnológico.

Considerando o período transcrito, analise as seguintes palavras:

I. risco.   II. legado.   III. patrimônio.   IV. déficit.

Questão 03 - As palavras que poderiam substituir, sem perda relevante de sentido, a palavra “ativo” no período transcrito estão contidas, apenas, em:

(A) I e II.   (B) II e III.   (C) III e IV.   (D) I, II e III.   (E) II, III e IV.

Questão 03 - E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.

Neste período do texto, considerando que o verbo compreender não pede a preposição sobre, como ocorre com agir, a construção ficaria sintaticamente mais adequada com a substituição da sequência “para compreender e agir sobre o mundo real” por:

(A) para compreender o mundo real e agir sobre este.
(B) para compreender e agir o mundo real.
(C) para compreender sobre o mundo real e agir.
(D) para compreender o mundo real e agi-lo.
(E) para compreender o mundo real e agir-lhe.

Questão 04 - A humanidade criou a palavra, que é constitutiva do humano, seu traço distintivo.

Considerando o contexto e o relacionamento sintático entre os elementos deste período do texto, verifica-se que humano é empregado como

(A) adjetivo.   (B) pronome indefinido.   (C) advérbio.   (D) substantivo.   (E) verbo.

Questão 05 - A mensagem principal do texto consiste em enfatizar que

(A) as ciências não precisam de nenhuma linguagem para expressar-se.
(B) as artes constituem as linguagens preferenciais da matemática.
(C) a publicidade não é linguagem, mas apenas um meio de seduzir consumidores.
(D) a escola tem a obrigação fundamental de ensinar tecnologia.
(E) o ensino, para ser coerente com a realidade, deve focalizar as múltiplas linguagens.

Instrução: As questões de números 06 a 10 tomam por base uma passagem do romance O sertanejo, do romântico brasileiro José de Alencar (1829-1877).

O sertanejo

    O moço sertanejo bateu o isqueiro e acendeu fogo num toro carcomido, que lhe serviu de braseiro para aquentar o ferro; e enquanto esperava, dirigiu-se ao boi nestes termos e com um modo afável:
   – Fique descansado, camarada, que não o envergonharei levando-o à ponta de laço para mostrá-lo a toda aquela gente! Não; ninguém há de rir-se de sua desgraça. Você é um boi valente e destemido; vou dar-lhe a liberdade. Quero que viva muitos anos, senhor de si, zombando de todos os vaqueiros do mundo, para um dia, quando morrer de velhice, contar que só temeu a um homem, e esse foi Arnaldo Louredo.
   O sertanejo parou para observar o boi, como se esperasse mostra de o ter ele entendido, e continuou:
   – Mas o ferro da sua senhora, que também é a minha, tenha paciência, meu Dourado, esse há de levar; que é o sinal de o ter rendido o meu braço. Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo. Eu também trago o seu ferro aqui, no meu peito. Olhe, meu Dourado.
   O mancebo abriu a camisa, e mostrou ao boi o emblema que ele havia picado na pele, sobre o seio esquerdo, por meio do processo bem conhecido da inoculação de uma matéria colorante na epiderme. O debuxo de Arnaldo fora estresido com o suco do coipuna, que dá uma bela tinta escarlate, com que os índios outrora e atualmente os sertanejos tingem suas redes de algodão.
   Depois de ter assim falado ao animal, como a um homem que o entendesse, o sertanejo tomou o cabo de ferro, que já estava em brasa, e marcou o Dourado sobre a pá esquerda.
   – Agora, camarada, pertence a D. Flor, e portanto quem o ofender tem de haver-se comigo, Arnaldo Louredo. Tem entendido?... Pode voltar aos seus pastos; quando eu quiser, sei onde achá-lo. Já lhe conheço o rasto.
   O Dourado dirigiu-se com o passo moroso para o mato; chegado à beira, voltou a cabeça para olhar o sertanejo, soltou um mugido saudoso e desapareceu.Arnaldo acreditou que o boi tinha-lhe dito um afetuoso
adeus.
   E o narrador deste conto sertanejo não se anima a afirmar que ele se iludisse em sua ingênua superstição.

(José de Alencar. O sertanejo. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, [s.d.]. tomo II, p. 79-80. Adaptado.)

Questão 06 - Numa leitura atenta do trecho apresentado, verifica-se que o último parágrafo contém

(A) a resposta do boi à atitude do vaqueiro.
(B) a certeza do sertanejo de que o boi realmente o entendeu.
(C) um monólogo interior de Arnaldo Louredo.
(D) um comentário do narrador sobre os fatos narrados.
(E) uma reflexão da personagem sobre o que acaba de vivenciar.

Questão 07 - Considere as seguintes palavras do texto:
I. Moço.    II. Mancebo.    III. Sertanejo.    IV. Valente.

As palavras utilizadas pelo narrador para referir-se a Arnaldo Louredo estão contidas apenas em:

(A) I e II.   (B) II e III.   (C) III e IV.   (D) I, II e III.   (E) II, III e IV

Questão 08 - Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo.
Com esta visão que o sertanejo tem de sua senhora, fica perfeitamente caracterizado no relato um dos traços fundamentais da literatura do Romantismo:

(A) idealização.   (B) animização.   (C) escapismo.   (D) condoreirismo.   (E) Mal do Século.

Questão 09 - O emprego da palavra camarada pelo vaqueiro, com relação ao boi, caracteriza:
I. Uma expressão de fadiga.
II. Uma atitude amistosa para com o boi.
III. O tratamento do animal como um companheiro.
IV. O desprezo pelo boi como um inimigo.

É correto o que se afirma apenas em:

(A) I e II.   (B) II e III.   (C) III e IV.   (D) I, II e III.   (E) II, III e IV.

Questão 10 - Tomando por base que estresido é particípio do verbo estresir, que significa no texto a passagem da marca da senhora para o peito do vaqueiro por meio de papel, tinta e um instrumento furador, complete a lacuna da seguinte frase com a forma adequada do pretérito perfeito do indicativo do verbo estresir:

A bordadeira _________ o desenho sobre o pano.

(A) estresou   (B) estreseu   (C) estrisiu   (D) estresinhou   (E) estresiu

Instrução: As questões de números 11 a 15 tomam por base uma crônica jornalística de Fernando Soléra.

Um gênio chamado Marílson

    Diz o ditado que “chegar é fácil; passar é que são elas!”. Pois, lá, no final do Elevado, ele chegou junto ao líder daquele instante, ultrapassou e saiu iniciando um show de resistência, em passadas vigorosas e perfeitas no seu balé de viver para correr e correr para viver. Atuação linda de se ver a sua contínua busca da vantagem, a partir da metade do percurso, alargando a cada quilômetro, uma superioridade impressionante.
    Marílson Gomes dos Santos voltou para encantar. Cinco anos depois de ter sido bi, retornou para ser, mais que um ganhador, um tricampeão único entre os brasileiros, numa deliciosa emoção esportiva que encerra com pompa o ano de 2010. Pisou de novo o asfalto paulistano no momento em que sentiu que estava pronto para deslumbrar.
    Subiu de novo ao degrau mais alto daquele pódio que lhe é tão familiar, lugar exato que ocupou em 2005.     Foi como se o topo reservado ao melhor entre os melhores estivesse esperando por ele durante esse tempo todo em que não disputou.
    Campeão de tantas e tantas provas, recordista da série completa de corridas de fundo sul-americanas, o homem que deixou, por duas vezes, os norte-americanos fascinados ao voar baixo pelas ruas de New York chegou à Avenida Paulista com o plano pronto para maravilhar todo este país. Ele sabia (porque ele sempre sabe que vai levantar o troféu de vencedor) que nos daria um Feliz Ano Novo saído do fundo de seu coração.
    O mundo testemunhou pelas imagens de televisão, ao vivo, um novo registro espetacular desse brasileiro brasiliense, um fenômeno que sabe vencer na hora que quer, na competição que escolhe para, como na maioria absoluta das vezes, passear isolado, lá na frente, deixando atrás de si uma esteira de coadjuvantes que o seguem com admiração e respeito.
    Esse talento inigualável vai legar às gerações futuras muitas lições de sua arte. E como vai! De hoje em diante, garotos e meninas desta terra terão muitos motivos para se dedicar à prática esportiva. Quem viver verá quantos competidores surgirão com a mesma ânsia de chegar primeiro e experimentar como é delicioso viver para correr e correr para viver. Tomara que com a mesma simplicidade desse verdadeiro gênio.

(Fernando Soléra: www.gazetaesportiva.net)

Questão 11 - Levando em consideração que o jornalista Fernando Soléra se refere à Corrida Internacional de São Silvestre, indique, com base nos dados fornecidos pela própria crônica, o número de provas dessa tradicional corrida que Marílson Gomes dos Santos não disputou depois do ano em que foi bicampeão:


(A) 2.   (B) 3.   (C) 4.   (D) 5.   (E) 6.

Questão 12 - ... ultrapassou e saiu iniciando um show de resistência, em passadas vigorosas e perfeitas...
A palavra da língua inglesa show apresenta, na passagem acima, o sentido de:

(A) escândalo.   (B) exibição.   (C) diálogo.   (D) protesto.   (E) filme.

Questão 13 - ... deixou, por duas vezes, os norte-americanos fascinados ao voar baixo pelas ruas de New York...
Com esta frase, o cronista esportivo quer significar que Marílson

(A) fez voos rasantes nas ruas de Nova Iorque em algum tipo de exibição aviatória.
(B) participou de corridas de automóvel nos Estados Unidos.
(C) venceu duas corridas em Nova Iorque.
(D) empregou aviões para avaliar os trajetos das corridas.
(E) também participa de competições de ultraleves.

Questão 14 - Na crônica de Fernando Soléra, é informado ao leitor que

(A) a genialidade de Marílson desestimula os jovens atletas a competir.
(B) vencer uma corrida é sempre obra do acaso.
(C) Marílson é vencedor da Maratona de Londres.
(D) o vencedor da São Silvestre usa a dança como uma das técnicas de treinamento.
(E) Marílson é recordista da série completa de corridas de fundo sul-americanas.

Questão 15 - Considere as seguintes frases do texto:
I. ... em passadas vigorosas e perfeitas no seu balé de viver para correr e correr para viver.
II. ... vai legar às gerações futuras muitas lições de sua arte.
III. ... quantos competidores surgirão com a mesma ânsia de chegar primeiro...
IV. ... sabe vencer na hora que quer, na competição que escolhe...

As frases em que o esporte da corrida é associado à ideia de outra atividade são apenas:

(A) I e II.   (B) I e III.   (C) I e IV.   (D) II e III.   (E) II, III e IV.

Instrução: As questões de números 16 a 20 tomam por base a letra da toada Boiadeiro, de Armando Cavalcante (1914-1964) e Klecius Caldas (1919-2002):

Boiadeiro

    De manhãzinha, quando eu sigo pela estrada
   Minha boiada pra invernada eu vou levar:
    São dez cabeças; é muito pouco, é quase nada
    Mas não tem outras mais bonitas no lugar.
5  Vai boiadeiro, que o dia já vem,
    Leva o teu gado e vai pensando no teu bem.
    De tardezinha, quando eu venho pela estrada,
    A fiarada tá todinha a me esperar;
    São dez filinho, é muito pouco, é quase nada,
10 Mas não tem outros mais bonitos no lugar.
    Vai boiadeiro, que a tarde já vem
    Leva o teu gado e vai pensando no teu bem.
    E quando chego na cancela da morada,
    Minha Rosinha vem correndo me abraçar.
15 É pequenina, é miudinha, é quase nada
    Mas não tem outra mais bonita no lugar.
    Vai boiadeiro, que a noite já vem,
    Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem!

(Armando Cavalcante e Klecius Caldas. Boiadeiro. In: Beth Cançado. Aquarela brasileira, vol. I. Brasília: Editora Corte Ltda., 1994. p. 59.)

Questão 16 - A toada Boiadeiro, de Armando Cavalcante e Klecius Caldas, notabilizada pela interpretação de Luiz Gonzaga em 1950, tem sua letra elaborada em versos de doze e de dez sílabas métricas. Observe com atenção os seguintes versos na letra da toada:

I. Vai boiadeiro, que o dia já vem,
II. A fiarada tá todinha a me esperar;
III. Vai boiadeiro, que a tarde já vem
IV. É pequenina, é miudinha, é quase nada

Dos versos indicados, os que apresentam dez sílabas métricas são apenas:

(A) I e II.   (B) I e III.   (C) II e III.   (D) I, II e III.   (E) II, III e IV.

Questão 17 - Embora em muitas versões da letra de Boiadeiro apareça escrita no terceiro verso a palavra cabeças, no plural, no canto essa palavra deve ser entoada no singular. Isso se deve à necessidade de

(A) eliminar o ruído sibilante do s, que é pouco musical.
(B) informar que se trata de poucos bois.
(C) deixar claro que, quando se trata de “gado”, cabeça só se usa no singular.
(D) manter a sequência do verso com doze sílabas.
(E) fazer a concordância com pouco e nada.

Questão 18 - Um dos melhores recursos expressivos empregados na letra de Boiadeiro é o processo de repetição da mesma estrutura sintática com a mudança de apenas um vocábulo, que faz progredir o sentido, tal como se verifica, por exemplo, entre os versos 5, 11 e 17. Tal recurso é conhecido como

(A) paralelismo.   (B) metáfora.   (C) comparação.   (D) pleonasmo.   (E) metonímia.

Questão 19 - São dez cabeças; é muito pouco, é quase nada – São dez filinho, é muito pouco, é quase nada – É pequenina, é miudinha, é quase nada.
O efeito de anticlímax observável nos três versos é explicável pela

(A) divisão de cada um dos versos indicados em três sequências sintáticas simétricas.
(B) repetição da forma verbal “é” por três vezes nos versos mencionados.
(C) acentuação regular na quarta, oitava e décima segunda sílabas nos versos.
(D) atenuação gradativa do sentido que se verifica do início ao fim de cada um dos versos apontados.
(E) referência a poucos objetos ou entidades nos três versos.

Questão 20 - Mas não tem outras mais bonitas no lugar.
O emprego da forma verbal tem em vez de há no verso mencionado se deve

(A) à necessidade de substituir um monossílabo tônico por um átono.
(B) à exigência métrica de uma sílaba a mais.
(C) à intenção de reforçar o sentido de “existir” nos versos.
(D) à obediência ao disposto pela norma-padrão.
(E) ao objetivo dos compositores de representar a fala regional, popular.

GABARITO

1 – C     2 – B   3 – A   4 – D   5 – E   6 – D   7 – D   8 – A   9 – B  10 – E
11 – C 12 – B 13 – C 14 – E 15 – A 16 – B 17 – D 18 – A 19 – D  20 – E

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