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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

UNESP 2010 – Meio do ano – 1º Fase – Prova de Língua Portuguesa

UNESP 2010 – Meio do ano – 1º Fase – Prova de Língua Portuguesa



Instrução: As questões de números 01 a 05 tomam por base o seguinte fragmento do livro Reflexões sobre a linguagem, de Noam Chomsky (1928-):

Por que estudar a linguagem? Há muitas respostas possíveis e, ao focalizar algumas delas, não pretendo, é claro, depreciar outras ou questionar sua legitimidade. Algumas pessoas, por exemplo, podem simplesmente achar os elementos da linguagem fascinantes em si mesmos e querer descobrir sua ordem e combinação, sua origem na história ou no indivíduo, ou os modos de sua utilização no pensamento, na ciência ou na arte, ou no intercurso social normal. Uma das razões para estudar a linguagem – e para mim, pessoalmente, a mais premente delas – é a possibilidade instigante de ver a linguagem como “um espelho do espírito”, como diz a expressão tradicional. Com isto não quero apenas dizer que os conceitos expressados e as distinções desenvolvidas no uso normal da linguagem nos revelam os modelos do pensamento e o universo do “senso comum” construídos pela mente humana. Mais intrigante ainda, pelo menos para mim, é a possibilidade de descobrir, através do estudo da linguagem, princípios abstratos que governam sua estrutura e uso, princípios que são universais por necessidade biológica e não por simples acidente histórico, e que decorrem de características mentais da espécie. Uma língua humana é um sistema de notável complexidade. Chegar a conhecer uma língua humana seria um feito intelectual extraordinário para uma criatura não especificamente dotada para realizar esta tarefa. Uma criança normal adquire esse conhecimento expondo-se relativamente pouco e sem treinamento específico. Ela consegue, então, quase sem esforço, fazer uso de uma estrutura intrincada de regras específicas e princípios reguladores para transmitir seus pensamentos e sentimentos aos outros, provocando nestes ideias novas, percepções e juízos sutis.

(Noam Chomsky. Reflexões sobre a linguagem. Trad. Carlos Vogt. São Paulo: Editora Cultrix, 1980.)

Questão 01 - No início do fragmento, Chomsky afirma que há muitos motivos para estudar a linguagem e aponta alguns deles. Releia o fragmento e, a seguir, assinale a única alternativa que contém um objetivo de estudo da linguagem não mencionado pelo autor:

(A) verificar os modos de utilização dos elementos da linguagem no pensamento.
(B) descobrir os efeitos da utilização dos elementos da linguagem humana sobre os animais próximos ao homem.
(C) descobrir a ordem e combinação dos elementos da linguagem.
(D) identificar a origem dos elementos da linguagem na história.
(E) verificar os modos de utilização dos elementos da linguagem na ciência e na arte.

Questão 02 - Lendo atentamente o fragmento apresentado, percebemos que Chomsky considera que os princípios abstratos e universais que regem a linguagem decorrem de características mentais da espécie. Isso significa que considera a linguagem ligada

(A) ao plano da divindade.
(B) a acidentes históricos.
(C) a fenômenos aleatórios da natureza.
(D) ao plano biológico.
(E) à necessidade de sobrevivência.

Questão 03 - No terceiro período do texto, o autor emprega três vezes o possessivo “sua”. Considerando que os possessivos apresentam nos textos uma função anafórica, ou seja, fazem referência a um termo oracional anterior, aponte a alternativa que indica o núcleo desse termo:

(A) elementos.   (B) linguagem.   (C) pessoas.   (D) ordem.   (E) ciência.

Questão 04 - Chomsky usa para explicar seu ponto de vista uma expressão tradicional: a linguagem como “espelho do espírito”. O autor quer dizer, ao utilizar tal imagem,

(A) que a linguagem é o melhor meio de comunicação entre os homens.
(B) que o estudo da linguagem tem de se basear em fundamentos rigorosamente científicos.
(C) que descobrir como a linguagem funciona pode conduzir ao conhecimento de como o pensamento funciona.
(D) que a linguagem, como um espelho, pode revelar o espírito, mas não em sua totalidade.
(E) que o homem tem um modo de ser peculiaríssimo que não se revela pela linguagem.

Questão 05 - Aponte a alternativa que apresenta, respectivamente, a as acepções utilizadas pelo autor no emprego das palavras “depreciar” e “questionar” em: “Há muitas respostas possíveis e, ao focalizar algumas delas, não pretendo, é claro, depreciar outras ou questionar sua legitimidade.”

(A) desprezar – garantir.       (B) valorizar – desvalorizar.
(C) menosprezar – refutar.    (D) marginalizar – negar.        (E) desvalorizar – discutir.

Instrução: As questões de números 06 a 10 tomam por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:

[...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.
Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.
Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.
[...]
[...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.

(Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

Questão 06 - Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.
Examine as quatro afirmações seguintes:

I. Os feitos dos artistas circenses superam a limitação física do homem.
II. Os artistas do circo são homens comuns e fazem o mesmo que os homens comuns.
III. A superação das limitações físicas pelos artistas circenses acaba comprovando essas mesmas limitações nas pessoas comuns.
IV. O homem comum se sente humilhado ante os feitos espetaculares dos artistas circenses.

Marque a alternativa que aponta todas as afirmações coincidentes com a opinião manifestada pelo autor no trecho mencionado:

(A) I e II. (B) I e III. (C) I e IV. (D) I, II e IV. (E) II, III e IV.

Questão 07 - Aponte, entre as características abaixo, todas aquelas que, segundo a exposição do autor, diferenciam o artista circense do ator:

I. Os riscos são reais.                                                  II. O artista representa a si mesmo.
III. O artista se apresenta a um público específico.    IV. O artista não revela “interioridades”.

(A) I e II. (B) I e III. (C) I e IV. (D) I, II e IV. (E) II, III e IV

Questão 08 - Pelo que se depreende do posicionamento assumido pelo autor em todo o fragmento, o emprego da palavra utopia, no final,

(A) chama a atenção para o fato de que a superação dos limites físicos do homem pelos artistas circenses introduz o espectador no terreno do sonho e da fantasia.
(B) inspira as pessoas à prática do bem e de ações em prol da felicidade geral de todos em todas as partes.
(C) demonstra que todo espetáculo circense é fingido e que os limites físicos jamais são superados.
(D) leva a imaginar uma sociedade ideal, onde todas as pessoas tenham os mesmos direitos e as mesmas obrigações.
(E) revela que o espectador não é capaz de ver o circo como realmente é, mas tão somente como o quer imaginar.

Questão 09 - No segundo parágrafo do fragmento, foram utilizados pelo autor os termos:
I. Ritual. II. Fracasso. III. Malogro. IV. Fantasia.

Marque a alternativa que indica, entre os termos acima, todos aqueles que o autor associa à ideia de frustração da expectativa do público:

(A) I e II. (B) II e III. (C) II e IV. (D) I, III e IV. (E) II, III e IV.

Questão 10 - Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.
Na oração, “o terreno da utopia” exerce a função sintática de:

(A) objeto direto.                 (B) complemento nominal.   (C) sujeito. 
(D) predicativo do sujeito.   (E) predicativo do objeto.


Instrução: As questões de números 11 a 15 tomam por base o soneto Acrobata da dor, do poeta simbolista brasileiro Cruz e Sousa (1861-1898):

Acrobata da Dor

Gargalha, ri, num riso de tormenta,
como um palhaço, que desengonçado,
nervoso, ri, num riso absurdo, inflado
de uma ironia e de uma dor violenta.

Da gargalhada atroz, sanguinolenta,
agita os guizos, e convulsionado
Salta, gavroche, salta clown, varado
pelo estertor dessa agonia lenta...

Pedem-te bis e um bis não se despreza!
Vamos! retesa os músculos, retesa,
nessas macabras piruetas d’aço...

E embora caias sobre o chão, fremente,
afogado em teu sangue estuoso e quente,
ri! Coração, tristíssimo palhaço.

(João da Cruz e Sousa. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1961.)

Questão 11 - O soneto Acrobata da dor revela, entre outras, uma das características notáveis do estilo poético de Cruz e Sousa, que é a grande presença de adjetivos, colocados antes ou após os substantivos a que se referem. Observe estes cinco exemplos retirados do texto:

I. Riso absurdo. II. Gargalhada atroz. III. Agonia lenta. IV. Macabras piruetas. V. Tristíssimo palhaço.

Aponte os dois exemplos em que o adjetivo precede o substantivo:

(A) I e II. (B) II e III. (C) I e III. (D) II e IV. (E) IV e V

Questão 12 - Cruz e Sousa utiliza o verso tradicionalmente empregado no soneto, o decassílabo de origem italiana. Aponte a alternativa cujo verso apresenta o esquema acentual 1-4-6-10:

(A) Da gargalhada atroz, sanguinolenta.
(B) Agita os guizos, e convulsionado.
(C) Nessas macabras piruetas d’aço.
(D) Vamos! Retesa os músculos, retesa.
(E) De uma ironia e de uma dor violenta.

Questão 13 - No poema, os conceitos relacionados com a alegria e o riso, característicos da imagem dos palhaços, são aproximados de conceitos como dor, tristeza, agonia, sangue. Aponte a alternativa que melhor justifica essa aproximação de conceitos contraditórios:

(A) As imagens de “palhaço” e “coração” apontam a um mesmo significado, o próprio homem, apresentado como um ser cuja imagem de alegria apenas disfarça tristezas, dores, sofrimentos.
(B) O “palhaço” é comparado com o “acrobata” que caiu, donde a ocorrência de imagens relacionadas com sangue e dor.
(C) O poema de Cruz e Sousa constitui uma alegoria da vida circense em todos os seus aspectos.
(D) É tradicional na literatura explorar o tema do palhaço sob os vieses da superação e da frustração.
(E) Os poetas simbolistas tinham uma tendência doentia a utilizar temas relacionados com dor, sangue e sofrimento.

Questão 14 - Como se verifica na leitura atenta do soneto, o eu-lírico dirige-se ao coração servindo-se do tratamento de segunda pessoa do singular (tu, te, ti, contigo). Se utilizasse o tratamento de segunda pessoa do plural, o último terceto assumiria a seguinte forma:

(A) E embora caiais sobre o chão, fremente, / afogado em vosso sangue estuoso e quente, / rides! coração, tristíssimo palhaço.
(B) E embora caisteis sobre o chão, fremente, / afogado em vosso sangue estuoso e quente, / riais! coração, tristíssimo palhaço.
(C) E embora caís sobre o chão, fremente, / afogado em vosso sangue estuoso e quente, / riais! coração, tristíssimo palhaço.
(D) E embora caiais sobre o chão, fremente, / afogado em seu sangue estuoso e quente, / riai! coração, tristíssimo palhaço.
(E) E embora caiais sobre o chão, fremente, / afogado em vosso sangue estuoso e quente, / ride! coração, tristíssimo palhaço.

Questão 15 - O Simbolismo se caracterizou, entre outros aspectos, pela exploração dos sons da língua para estabelecer nos poemas uma musicalidade característica, por meio de diferentes processos de repetição de sons ao longo dos versos e em estrofes inteiras. Na primeira estrofe do soneto de Cruz e Sousa nota-se esse procedimento de repetição, especialmente no

I. primeiro verso.   II. segundo verso.   III. terceiro verso.   IV. quarto verso.

(A) I e II. (B) I e III. (C) I e IV. (D) I, II e IV. (E) II, III e IV.

Instrução: As questões de números 16 a 20 tomam por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:

Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência

Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.

(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)

Questão 16 - O texto apresentado se encontra em uma conceituada revista eletrônica de divulgação científica e revela como tema central:

(A) A importância do cinema para a divulgação científica.
(B) O caráter essencial do estilo telejornalístico no que se refere a divulgar conteúdos de ordem científica.
(C) A importância da convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para a divulgação da ciência.
(D) A inviabilidade da tecnologia analógica na criação de vídeos de divulgação científica.
(E) O incremento da produtividade na criação de vídeos por meio da tecnologia digital.

Questão 17 - Para a jornalista entrevistada, a divulgação de ciência

(A) deve ser subjetiva, mas sem perder o caráter objetivo, porque a ciência é essencialmente objetiva.
(B) não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade.
(C) precisa basear-se um pouco na poesia e no lirismo, cuja linguagem sentimental pode ser excelente para a clareza das informações.
(D) não tem necessariamente de provocar curiosidade, mas deve limitar-se a informar diretamente.
(E) só pode ser feita eficazmente com o emprego da própria linguagem científica.

Questão 18 - Examine as seguintes opiniões sobre a tecnologia digital:
I. A tecnologia digital encarece os custos de produção.
II. A tecnologia digital torna mais acessíveis os custos de produção.
III. É preferível continuar empregando a tecnologia analógica para a produção de vídeos.
IV. A edição digital tornou-se imprescindível.

Indique quais dessas opiniões são assumidas pela jornalista entrevistada:

(A) I e II. (B) I e III. (C) II e III. (D) II e IV. (E) II, III e IV.

Questão 19 - Numerosas palavras da língua inglesa tornaram-se comuns em nosso idioma em virtude da tecnologia da comunicação e da computação. No segundo parágrafo do texto apresentado, encontra-se a palavra inglesa software, que o jornalista não colocou em
itálico, como é praxe no caso das palavras de origem estrangeira.

Indique a alternativa que descreve corretamente a abrangência do significado atribuído a essa palavra no texto:

(A) Um novo sistema operacional para computador utilizado pela Aneel para controlar a distribuição de energia no país.
(B) Um programa de computador para previsão e captação de descargas atmosféricas.
(C) Um equipamento tecnológico destinado a religar a eletricidade após apagões de qualquer natureza.
(D) Um equipamento de vídeo denominado SitRaios, destinado a filmar as descargas elétricas atmosféricas nas linhas de transmissão de energia e avaliar sua potência.
(E) Um programa de computador que permitia localizar mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade.

Questão 20 - O vocábulo suspense, que o português tomou emprestado da língua inglesa (e esta, por sua vez, da língua francesa), é empregado no último parágrafo do texto no sentido de:

(A) Recurso tecnológico de suspensão do ator ou de objetos em cena por meio de cordas ou cabos invisíveis.
(B) Expediente cinematográfico de colagem, num filme, de cenas de filmes anteriores.
(C) Apresentação do desfecho da narrativa logo no início, para não deixar margem de dúvida ao leitor.
(D) Técnica cinematográfica que procura gerar tensão no espectador, ao deixar por maior ou menor tempo sem solução uma ou mais sequências de ações.
(E) Desfecho de uma narrativa de cinema, televisão ou literatura, em que o conflito não é solucionado.

GABARITO

1 – B     2 – D   3 – A   4 – C  5 – E   6 – B    7 – D   8 – A   9 – B 10 – C
11 – E 12 – D 13 – A 14 – E 15 – B 16 – C 17 – B 18 – D 19 – E  20 – D


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FUVEST 2004 – 1º Fase – Prova de Língua Portuguesa
FATEC 2012 – 2º Semestre – Prova de Língua Portuguesa
Mackenzie 2012 – 2º Semestre – Prova de Língua Portuguesa
FUVEST 2011 – 1º Fase – Prova de Língua Portuguesa
FGV– ADM – 2013 – 2º semestre – Prova de Língua Portuguesa

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