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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

GABARITO – 25 Respostas iniciadas pela letra “P”

GABARITO – 25 Respostas iniciadas pela letra “P”

1. Papa
2. Pinóquio
3. Pitágoras
4. Paella
5. Paraguai
6. Peter Pan
7. Paris
8. Pelé
9. Paquistão
10. Ponte Preta
11. Palmeiras
12. Peter Parker
13. Peru
14. Paul Walker
15. Piauí
16. Paul Mccartney
17. Protestantismo
18. Pseudônimo
18. Pseudônimo
19. Pintassilgo
20. Purgatório
21. Platão
22. Poliglota
23. Psicanálise
24. Perjúrio
25. Pégasus


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Leia também:

UFBA – 2007 – Prova de Redação

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INSTRUÇÕES:
Responda à questão com caneta de tinta azul, de forma clara e legível.
Caso utilize letra de imprensa, destaque as iniciais maiúsculas.
O rascunho deve ser feito no local apropriado do Caderno de Questões.
Na Folha de Resposta, utilize apenas o espaço destinado à resposta.
Será anulada a Redação
redigida fora do tema;
apresentada em forma de verso;
assinada fora do cabeçalho da folha;
escrita a lápis ou de forma ilegível.

Os textos a seguir deverão servir de base para a sua Redação.

I. O solo, um dos mais importantes recursos naturais, é composto por fragmentos de rocha, argilominerais formados pela alteração química dos minerais da rocha-matriz e pela matéria orgânica produzida por organismos que nele vivem. A cor dos solos é variável, desde o vermelho e marrom intenso dos solos ricos em ferro até o preto de solos ricos em matéria orgânica. Os solos também variam de textura. Alguns são repletos de seixos e areia; outros são compostos quase que inteiramente de argila. O solo, por ser uma parte essencial do meio ambiente e da economia, tornou-se um campo de estudo separado, a ciência do solo, desenvolvida no século XX. Os cientistas do solo, bem como agrônomos, geólogos e engenheiros, estudam a composição e a origem do solo, sua aptidão para a agricultura e a construção e seu valor como registro das condições climáticas do passado.
PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. Tradução Rualdo Menegat et al. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. p.173-185. Adaptado. II. A Terra em que pisamos, habitamos, por onde andamos, atravessamos, viajamos, no contato (roçar) com sua superfície, produz uma poderosa sensação de abrigo, segurança, acolhida, tal qual a proteção de um imenso colo de mãe. Não é à toa que a Terra é mãe, em oposição ao desconhecido, enigmático e contraditório Céu. Ora é luz, engravidando a Terra de vida, ora é escuro mistério do infinito insondável. A vista aérea da Terra, por sua vez, ao nos arrancar do contato com a superfície é, simultaneamente, encantadora e inquietante. Na mudança de escala do olhar, a paisagem da Terra —  borbulhante  nas  formas  e  cores da natureza e acrescida pelas linhas, vincos, estrias e configurações variadas das marcas do fazer humano — transforma-se em uma espécie de planta-baixa, chapada, mas ao mesmo tempo tátil e multiforme.
SANTAELLA, Lúcia. Cultura das mídias. São Paulo: Experimento, 1996. p. 256.
UFBA / UFRB – 2007 – 2a fase – Redação – 2

III.   TERRA
               [...] Eu estou apaixonado por uma menina terra Signo de elemento terra do mar se diz terra à vista Terra para o pé firmeza terra para a mão carícia Outros astros lhe são guia             [...] De onde nem tempo nem espaço, que a força mãe dê coragem Pra gente te dar carinho, durante toda a viagem Que realizas do nada, através do qual carregas o nome da tua carne Terra, terra, Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria?

VELOSO, Caetano. Terra. Disponível em: <http:// caetano-veloso.letras.terra.com.br/letras/44780/>. Acesso em: 23 jul. 2006.

IV.       CIO DA TERRA
Debulhar o trigo Recolher cada bago do trigo Forjar no trigo o milagre do pão e se fartar de pão
Decepar a cana Recolher a garapa da cana Roubar da cana a doçura do mel, se lambuzar de mel
Afagar a terra Conhecer os desejos da terra Cio da terra, propícia estação De fecundar o chão
NASCIMENTO, Milton; BUARQUE, Chico. Cio da terra. Disponível em: <http://milton- nascimento.letras.terra.com.br/letras/47414/>. Acesso em: 23 jul. 2006.

V. O  RETIRANTE  CHEGA  À  ZONA  DA  MATA,  QUE  O  FAZ  PENSAR,  OUTRA  VEZ, EM  INTERROMPER  A  VIAGEM
— Bem diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado;
cavando o chão, água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo de terra (cavei pedra toda a vida), e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina.
MELO  NETO, João Cabral de. Morte e vida severina  e outros poemas em voz alta. 4. ed. Rio de Janeiro: Sabiá, 1969. p. 88-89.
UFBA / UFRB – 2007 – 2a fase – Redação – 3

VI.       ASSENTAMENTO
Quando eu morrer, que me enterrem na beira do chapadão contente com minha terra cansado de tanta guerra crescido de coração Tôo (apud Guimarães Rosa)
[...]
Quando eu morrer Cansado de guerra Morro de bem Com a minha terra: Cana, caqui Inhame, abóbora Onde só vento se semeava outrora Amplidão, nação, sertão sem fim
 Chico Buarque
SALGADO, Sebastião. Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p.  74 (il.) e 103.

Com base nos enfoques sobre a interação do homem com a terra/Terra presentes nos textos, nos seus conhecimentos de mundo e nas suas experiências, produza um texto dissertativo sobre o tema:

A relação do homem com a terra.


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UFBA – 2006 – Prova de Redação

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INSTRUÇÕES:
Responda à questão com caneta de tinta azul, de forma clara e legível.
Caso utilize letra de imprensa, destaque as iniciais maiúsculas.
O rascunho deve ser feito no local apropriado do Caderno de Questões.
Na Folha de Resposta, utilize apenas o espaço destinado à resposta.
Será anulada a Redação
redigida fora do tema;
apresentada em forma de verso;
assinada fora do cabeçalho da folha;
escrita a lápis ou de forma ilegível.

Os textos a seguir devem servir como ponto de partida para sua Redação.

II.
VOU-ME EMBORA PRA PASÁRGADA

Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive

E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d´água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
–– Lá sou amigo do rei ––
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. São Paulo: Círculo do Livro, 1996. p. 143-144.

III.
Pedirei
Suplicarei
Chorarei
Não vou para Pasárgada
(“Antievasão”, do caboverdiano Ovídio Martins)
MARTINS, Ovídio. Antievasão. In: ABDALA JÚNIOR, Benjamin. Literatura: história e política: literaturas de língua portuguesa
no século XX. São Paulo: Ática, 1989. p. 16. (Coleção Ensaios 130).

A partir da leitura dos textos apresentados, que ilustram diferentes visões da realidade, escreva um texto argumentativo em que você discuta o comportamento do homem diante de situações adversas, explicitando o seu ponto de vista.


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1. Olimpíadas
2. Oswaldo Cruz
3. Orca
4. Odontologia
5. Olivia Palito
6. Orangotango
7. Office
8. Oprah Winfrey
9. Osasquense
10. Onívoro
11. Oscar
12. Ópera
13. One Piece
14. Ósculo
15. Órbita
16. Orlando
17. Origâmi
18. Obsoleto
19. Orfanato
20. ONU
21. Ofertório
22. Oligopólio
23. Olimpo
24. Ozônio
25. Ovíparo



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UFBA – 2005 – Prova de Redação

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INSTRUÇÕES:
Responda à questão com caneta de tinta azul, de forma clara e legível.
Caso utilize letra de imprensa, destaque as iniciais maiúsculas.
O rascunho deve ser feito no local apropriado do Caderno de Questões.
Na Folha de Resposta, utilize apenas o espaço destinado à resposta.
Será anulada a Redação
redigida fora do tema;
apresentada em forma de verso;
assinada fora do cabeçalho da folha;
escrita a lápis ou de forma ilegível.

Leia os textos a seguir, que servirão de base para a sua Redação.

I.
            O que você vai ser quando... o mercado crescer?

            O mercado de trabalho está mudando à velocidade de vários gigahertz. Profissões antes inimaginadas não param de surgir: na tela do designer de games, no telão do VJ, no escritório do advogado eletrônico, na empresa do economista ambiental, onde quer que apareça uma nova necessidade. O adolescente de hoje poderá se tornar especialista numa profissão que ainda nem existe.
            Os desbravadores das novas atividades não têm alternativa a não ser se virarem sozinhos: o autodidatismo é predicado dos pioneiros. Seus seguidores, no entanto, já podem e devem estudar. Apesar da rapidez do ciclo que vai de uma idéia seminal à sua transformação em ofício, as universidades [...] estão, cada vez mais, tentando não ficar para trás.
            Estabelecimentos de ensino apostam na formação em assuntos que, há pouco tempo, interessariam apenas a jovens obcecados por novas tecnologias. [...]
            [...] O profissional do futuro deve se preparar, ainda, para ser um especialista multidisciplinar. A contradição é apenas aparente. Ele precisará conhecer sua área tanto quanto possuir uma formação que lhe permita ter uma visão abrangente das diversidades da sociedade contemporânea.

MENEZES, Cynara. O que você vai ser quando... o mercado crescer? Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 abr. 2003. Folha [Sinapse], n. 10, p. 10-12.

            Fui a São Paulo, a convite do Grêmio dos Politécnicos, bater um papo com os rapazes em sua Faculdade. Recusei-me a fazer uma palestra, pois sou homem de língua emperrada; mas os motivos para a minha ida, como me foram apresentados pelos futuros engenheiros paulistas, pareceram-me bastante válidos, além de modestos. Têm eles que a carreira escolhida oferece o perigo de canalizar o pensamento para problemas puramente tecnológicos, em prejuízo de uma humanização mais vasta, tal como a que pode ser adquirida em contato com o homem em geral e as artes em particular.
            Há muito não me sentava diante de tantos moços, com um microfone na mão, para lhes responder sobre o que desse e viesse. –– “Quem sou eu –– perguntei-me, não sem uma certa amargura –– quem sou eu, que não sei sequer consertar uma tomada elétrica, para arrogar-me o direito de vir responder às perguntas destes jovens que amanhã estarão construindo obras concretas e positivas para auxiliar o desenvolvimento deste louco país?” Mas eles, aparentemente pensavam o contrário, pois puseram-se a bombardear-me de perguntas que, falar verdade, não dependiam em nada de cálculos, senão de experiência, bom-senso e um grão de poesia.
MORAES, Vinícius de. Para viver um grande amor. 7. ed. Rio de Janeiro: Sabiá, 1962. p. 141.

III.
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e teto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.

MELO NETO, João Cabral de. Fábula de um arquiteto. In: Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. v. único, p. 345-346. Organização Marly de Oliveira.

IV.
Ou isto ou aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

MEIRELES, Cecília. Obra poética. Rio de Janeiro:
José Aguilar, 1972. p.734.



Tomando como ponto de partida os textos apresentados –– que podem ser objeto tanto de consentimento quanto de discordância –– escreva um texto argumentativo em que você se posicione sobre a escolha da profissão dentro de uma perspectiva que atenda às necessidades individuais do ser humano e às exigências da sociedade contemporânea.


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